12 de set. de 2010
Por que quero ser presidente? Dilma amarelou
Pediu aos 3 principais candidatos à Presidência que respondessem a uma pergunta simples e fundamental: Por que quero ser presidente?
Serra e Marina toparam e gravaram seus vídeos.
ATENÇÃO: pra variar, Dilma fugiu!!! Não quis gravar. Só depois de ter visto os vídeos dos outros dois decidiu gravar um que foi editado pela equipe de produção dela.
Vejam no link abaixo os vídeos.
http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/queroser/
11 de jul. de 2010
O luto da torcida
Uma covardia quererem confundir o torcedor, o time ou o clube, com o que estamos descobrindo, estarrecidos, sobre o Bruno.
Quem dera fosse tudo um pesadelo para acordarmos logo.
O luto da torcida
15 de abr. de 2009
Passageiros dos trens do RJ são agredidos por funcionários da SuperVia e chamados de marginais por seu diretor (veja os vídeos)
Ouvi hoje pela manhã a entrevista com o diretor de marketing da SuperVia, José Carlos Leitão que falou sobre as agressões feitas pelos funcionários aos passageiros hoje cedo.
José Carlos Leitão fez questão de enfatizar que são MARGINAIS os passageiros que impedem o fechamento das portas, como se isso justificasse tudo: "Quem segura as portas é marginal. Segurar a porta é crime, e mais de 200 já foram para cadeia esse ano".
Ainda na Globo News, no "Em cima da hora" das 10h o absurdo discurso de José Carlos Leitão foi amenizado pelo próprio, que, novamente falou ao vivo. Será que alguém o alertou?
Vale a pena conferir a entrevista e o comportamento dos jornalistas que questionam com firmeza a "defesa" feita por este diretor.
No RJTV 2a edição foi reprisada a entrevista concedida na semana passada pelo presidente da Supervia que afirmou seram delinquentes os passageiros que impedem o fechamanto das portas.
Depois, vimos as imagens gravadas por um passageiro que mostra um trem vazio em andamento com todas as portas abertas. Será que existem "espíritos marginais" segurando essas portas impedindo o fechamento???
Qual será a justificativa para tudo isso? Existe justificativa???
Seguem os links de alguns vídeos citados acima:
Passageiros marginais? Entrevista na Globo News com o diretor de marketing da SuperVia (15/04)
Supervia: trem vazio e portas abertas
RJTV: presidente da OAB/RJ disse ser injustificável a agressão e o presidente do TJRJ afirma que os funcionários são verdadeiros marginais
Texto publicado por mim no site Direito em Debate (www.direitoemdebate.com).
8 de jul. de 2008
Carta à mãe do menino que não morreu
Texto irretocável.
Disse tudo o que muitos gostariam de dizer.
Enviado por Aydano André Motta - 2.7.2008| 16h34m
O crime da Baronetti
Carta à mãe do menino que não morreu
Doutora,
Antes de mais nada, os agradecimentos do blog, pelo trabalho que ajudou a mandar para a cadeia o perigoso traficante Fernandinho Beira-Mar. A gratidão de todos os cariocas e brasileiros se deve, aliás, porque aqui, nesta terra morena, obrigação é mérito - afinal, a senhora nada mais fez do que justificar o salário que recebe do contribuinte, como promotora de Justiça. Confere? Assim, não é verdade que a senhora deu sua paz e a de seu filho "em defesa de uma cidade melhor, em que todos pudéssemos viver em paz e sem medo". Desculpe, doutora, mas a senhora apenas fez seu trabalho, que, aliás, escolheu livremente, ao decidir a faculdade que cursaria e o concurso público que prestaria. Não tem nada de heróico nisso - ainda que, nunca será demais repetir, sejamos gratos.
Mas o assunto desta não é seu trabalho no MP. Infelizmente. O crime que agora lhe envolve é bem outro - a morte do menino Daniel Duque, assassinado à queima-roupa pelo guarda-costas que a senhora emprestou a seu filho, para ele atravessar a madrugada naquela catedral da bandalheira mauricinha chamada Baronetti. E aí, doutora, está tudo errado. A começar pela defesa que a senhora ensaia, na carta publicada nos jornais de hoje.
A senhora preferiu dedicar 18 dos 26 parágrafos do texto à própria rotina de servidora pública e seus parentes ameaçados por malfeitores. Direito seu. Mas é o caso de se lamentar, profundamente, o uso equivocado de um segurança que os fatos transformaram em assassino. Sim, o homem que guardava seu pimpolho na noite de Ipanema é um assassino. O trabalho bem-feito de um advogado como a senhora pode fazer prevalecer a tese da legítima defesa - por mais que pareça delirante, alguém se defender atirando contra pessoas desarmadas -, mas quem mata os outros, diria qualquer colega seu de MP, é assassino, certo?
A parte mais delicada - para o blog - e constrangedora - para a senhora - não é essa, e sim a das opções de lazer do seu rebento. Hoje, a polícia divulgou que sequer é a primeira vez que ele se mete em arruaças noturnas. Em janeiro do ano passado, Pedro esteve envolvido numa briga na Cat Walk, na Barra. (Aliás, não tem ameaça de facínora que faça seu menino desistir de uma boate, né não?) Então, vamos por um momento esquecer a promotora e falar de angústias de mãe. Não seria o caso de uma boa conversa com esse adolescente - "Um rapaz com valores rígidos, com caráter, decência e honestidade", como a senhora avaliza, e o blog tem certeza do seu esforço para sedimentar tais parâmetros -, para tentar modificar os hábitos noturnos que ele cultiva?
Pode ser impossível, claro. E aí, o que está errado, doutora, é oferecer um assassino para ir junto, cuidar da integridade física de seu herdeiro. Por óbvio, o blog sequer se estenderá sobre o equívoco absurdo, de um servidor público como a senhora servindo de babá para um jovem até cinco da manhã. Ora, que ameaçado é esse, que se sente seguro para ficar pela rua, num carro de seqüestrável - aquele BMW apreendido pela perícia custa R$ 145 mil nas boas lojas do ramo - madrugada adentro?
Mas, pelo menos, a senhora tem a esperança de mudar as preferências e administrar os riscos de seu filho, muito além do que pode garantir a vigilância de um matador. Dê graças, doutora. Porque Daniela Duque, mãe como a senhora, não pode fazer mais nada. O filho dela foi assassinado à queima-roupa pelo guarda-costas do seu.
Disso, doutora, a senhora tem obrigação de não se esquecer jamais.
7 de jul. de 2008
MegaBônus: boa forma de ganhar dinheiro?
Definitivamente NÃO!
O cartão Mega Bônus do Unibanco está dando o que falar e as queixas estão se multiplicando. Portanto, não entre nessa, mesmo com promessas tentadoras. Afinal, ele funciona na base de indicação e você não vai querer que seus indicados depois te xinguem, né?
Prefiro o Google Adsense e outros recursos mais seguros e transparentes.
Abaixo a notícia sobre uma liminar obtida no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra a cobrança de mensalidades dos usuários do MegaBônus.
O assunto já foi tema de reportagem no jornal O Globo, tamanha a quantidade de reclamações recebidas.
Olho aberto para não cair em "pegadinhas" maliciosas.
Alerj obtém liminar contra cartão Megabônus
04/07/2008
A juíza Maria da Penha Nobre Mauro, da 5ª Vara Empresarial do Rio, determinou ao Unicard-Banco Múltiplo que suspenda a cobrança de mensalidades de consumidores que receberam o cartão Megabônus sem a função de crédito.
A liminar foi pedida pela Comissão de Defesa do Consumidor da Assembléia Legislativa do Rio, que propôs ação civil pública contra a empresa. A juíza fixou multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento da decisão.
Na ação, a Comissão de Defesa do Consumidor da Alerj alega que a instituição financeira lançou o produto no mercado com duas funções: cartão de crédito e cartão pré-pago, com um custo mensal de R$ 6,00. Porém, quando não aprovado, o consumidor recebe o cartão apenas com a segunda função. Ainda assim, é obrigado ao pagamento das mensalidades.O problema provocou muitas reclamações não só na Alerj como nos juizados especiais cíveis.
Segundo a juíza Maria da Penha, os documentos juntados ao processo deixam transparecer que os consumidores realmente vêm aderindo aos contratos pré-estabelecidos pelo Unicard-Banco Múltiplo para aquisição do Megabônus sem que estejam correta e adequadamente informados.
Essa conclusão é reforçada, segundo a juíza, pelo fato de se tratar de um produto inédito no mercado de consumo e dirigido a pessoas de baixa renda, via de regra, com pouca instrução.
"Esta suspeita de falta ou deficiência de informação ao consumidor, aliada ao fato de não haver, a princípio, razão que justifique o pagamento de mensalidade por um cartão que não tem função de crédito, ou seja, diante da inexistência de contrapartida para a remuneração percebida pela ré, a caracterizar enriquecimento sem causa, parece haver fundamento suficiente para o deferimento da tutela pretendida", escreveu a juíza na decisão.
Fonte: Tribunal de Justiça - RJ
15 de jun. de 2008
Homenagem a Jamelão, a cara da Mangueira
Mangueira
Estou aqui na plataforma
Da Estação Primeira
Nasci, cresci e apareci (rs) tendo a voz do Jamelão como símbolo da Mangueira, minha querida Estação Primeira.
Com aquela voz forte e marcante, sem dúvida fará falta, como já fez.
Seu rosto, entre tantos outros nervosos, na quarta-feira de cinzas, não será esquecido. Sua estrela agora vai brilhar no céu!
Sua história é o enredo perfeito para a Mangueira.
Toda homenagem será merecida.
Obrigada Jamelão, por ser a voz da Estação Primeira!
Por ser o cantor ("puxador não!" rs) da Mangueira.
O Morro veio me chamar
De terno branco e chapéu de palha
Vou me apresentar à minha nova parceira
Já mandei subir o piano pra Mangueira
A minha música não é de levantar
Poeira
Mas pode entrar no barracão
Onde a cabrocha pendura a saia
No amanhecer da quarta-feira
Mangueira
Estação Primeira de Mangueira
PIANO NA MANGUEIRA - Chico e Tom Jobim, voz de Jamelão