O jornal O Globo teve uma iniciativa bem interessante.
Pediu aos 3 principais candidatos à Presidência que respondessem a uma pergunta simples e fundamental: Por que quero ser presidente?
Serra e Marina toparam e gravaram seus vídeos.
ATENÇÃO: pra variar, Dilma fugiu!!! Não quis gravar. Só depois de ter visto os vídeos dos outros dois decidiu gravar um que foi editado pela equipe de produção dela.
Vejam no link abaixo os vídeos.
http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/queroser/
12 de set. de 2010
23 de ago. de 2010
Americanos acham que Beethoven é um cachorro e Michelangelo, um vírus
É sério!!!
Notícia da Agência AFP
WASHINGTON - A maioria dos americanos que está prestes a entrar na universidade não consegue escrever em letra cursiva, acha que o e-mail é lento demais, que Beethoven é um cachorro e Michelangelo, um vírus de computador, revelou um estudo divulgado nesta terça-feira nos Estados Unidos.
Para os estudantes que se formarão em 2014, a Tchecoslováquia nunca existiu, Clint Eastwood é um cineasta que nunca interpretou "Dirty Harry" e John McEnroe é garoto propaganda que nunca pisou numa quadra de tênis, segundo as respostas de uma pesquisa feita por acadêmicos da Universidade de Beloit.
A lista Mindset (modo de pensar) foi compilada pela primeira vez em 1998 a partir de perguntas feitas à geração que se formaria em 2002, pelo professor de Humanidades Tom McBride e o ex-diretor de relações públicas Ron Nief, da Universidade Beloit.
Criar a lista levou um ano, durante o qual Nief e McBride coletaram contribuições externas, estudaram minuciosamente jornais, trabalhos literários e a mídia do ano de nascimento das pessoas que entraram na universidade em agosto ou setembro, início do ano letivo nos Estados Unidos.
"Em seguida, apresentamos as ideias a todos os jovens de 18 anos de quem conseguimos chamar a atenção", explicou Nief à AFP.
O objetivo era lembrar às autoridades educacionais como as referências culturais se perdem rápido, mas acabou se tornando, rapidamente, uma popular lista anual que demonstra os conhecimentos de uma geração.
Os nascidos em 1980 acham que só houve um papa, João Paulo II, que assumiu em 1978 e morreu em 2008.
Para os que chegaram ao mundo em 1981, a Iugoslávia nunca existiu. Eles não entendem por que se escreve com letra maiúscula o nome do sindicato Solidariedad, único independente na União Soviética e que conseguiu terminar pacificamente com o comunismo na Polônia, em 1989.
Os que nasceram em 1984 não tinham ideia de que algo como o apartheid existiu na África do Sul. Enquanto para os que hoje têm 29 anos, Mike Tyson foi "sempre um delinquente", os que são cinco anos mais velhos consideraram o boxeador "sempre um competidor".
"Há dois anos, havia alguns estudantes que (disseram) que aprenderam datilografia em uma máquina de escrever", enquanto agora há alguns de 30 anos que não sabem que a IBM foi fabricante de máquinas de escrever, disse Nief.
Para os alunos secundaristas que se formam este ano, a Alemanha nunca foi dividida, os atletas profissionais sempre competiram nos Jogos Olímpicos, os "reality shows" sempre existiram na televisão e as companhias aéreas jamais permitiram fumar a bordo.
Fonte: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/08/17/e17088233.asp
Notícia da Agência AFP
WASHINGTON - A maioria dos americanos que está prestes a entrar na universidade não consegue escrever em letra cursiva, acha que o e-mail é lento demais, que Beethoven é um cachorro e Michelangelo, um vírus de computador, revelou um estudo divulgado nesta terça-feira nos Estados Unidos.
Para os estudantes que se formarão em 2014, a Tchecoslováquia nunca existiu, Clint Eastwood é um cineasta que nunca interpretou "Dirty Harry" e John McEnroe é garoto propaganda que nunca pisou numa quadra de tênis, segundo as respostas de uma pesquisa feita por acadêmicos da Universidade de Beloit.
A lista Mindset (modo de pensar) foi compilada pela primeira vez em 1998 a partir de perguntas feitas à geração que se formaria em 2002, pelo professor de Humanidades Tom McBride e o ex-diretor de relações públicas Ron Nief, da Universidade Beloit.
Criar a lista levou um ano, durante o qual Nief e McBride coletaram contribuições externas, estudaram minuciosamente jornais, trabalhos literários e a mídia do ano de nascimento das pessoas que entraram na universidade em agosto ou setembro, início do ano letivo nos Estados Unidos.
"Em seguida, apresentamos as ideias a todos os jovens de 18 anos de quem conseguimos chamar a atenção", explicou Nief à AFP.
O objetivo era lembrar às autoridades educacionais como as referências culturais se perdem rápido, mas acabou se tornando, rapidamente, uma popular lista anual que demonstra os conhecimentos de uma geração.
Os nascidos em 1980 acham que só houve um papa, João Paulo II, que assumiu em 1978 e morreu em 2008.
Para os que chegaram ao mundo em 1981, a Iugoslávia nunca existiu. Eles não entendem por que se escreve com letra maiúscula o nome do sindicato Solidariedad, único independente na União Soviética e que conseguiu terminar pacificamente com o comunismo na Polônia, em 1989.
Os que nasceram em 1984 não tinham ideia de que algo como o apartheid existiu na África do Sul. Enquanto para os que hoje têm 29 anos, Mike Tyson foi "sempre um delinquente", os que são cinco anos mais velhos consideraram o boxeador "sempre um competidor".
"Há dois anos, havia alguns estudantes que (disseram) que aprenderam datilografia em uma máquina de escrever", enquanto agora há alguns de 30 anos que não sabem que a IBM foi fabricante de máquinas de escrever, disse Nief.
Para os alunos secundaristas que se formam este ano, a Alemanha nunca foi dividida, os atletas profissionais sempre competiram nos Jogos Olímpicos, os "reality shows" sempre existiram na televisão e as companhias aéreas jamais permitiram fumar a bordo.
Fonte: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/08/17/e17088233.asp
11 de jul. de 2010
O luto da torcida
Eu acho impossível não ficar triste.
Uma covardia quererem confundir o torcedor, o time ou o clube, com o que estamos descobrindo, estarrecidos, sobre o Bruno.
Quem dera fosse tudo um pesadelo para acordarmos logo.
Uma covardia quererem confundir o torcedor, o time ou o clube, com o que estamos descobrindo, estarrecidos, sobre o Bruno.
Quem dera fosse tudo um pesadelo para acordarmos logo.
CASO BRUNO
O luto da torcida
Publicada em 09/07/2010 às 15h38m
Artigo da leitora Denise AzevedoA torcida e o Flamengo não têm culpa pelo fato de o goleiro Bruno estar envolvido em um caso tão horroroso. Lembremos que até pouco tempo ele era muito querido, tendo proporcionado muitas alegrias ao time, fechando as traves e marcando gols de faltas nos momentos mais decisivos.
Tenho certeza que estamos todos, torcedores e jogadores, estarrecidos e tristes com o envolvimento do Bruno nesse caso. Porém, temos sido enxovalhados (time e torcida) por pessoas que confundem o nosso amor pelo time e, obviamente pelo nosso goleiro e capitão, com o fato de virmos a saber agora que ele poderia ser capaz de praticar um crime.
Que ele era rebelde, inconstante, destemperado, nós já sabíamos, mas ninguém imagina um desfecho trágico como esse. Estamos de luto como estaria qualquer torcedor que ama o seu time e tivesse um jogador talentoso envolvido em tal monstruosidade.
Se ele cometeu um crime, pagará, até porque a polícia tem apresentado uma sede de justiça pouco vista no Brasil. Acho que neste momento, nós, torcedores e jogadores, precisamos ser deixados em paz para viver a dor de ver o nosso goleiro deixando os gramados para a prisão.
Não estamos em um jogo de campeonato ou disputando pontos no Brasileirão; estamos perdendo um ídolo. As acusações criminais são caso de polícia. O que descrevo agora é a dor de uma torcedora. Deixem-nos viver o luto em paz.
Este artigo foi escrito por um leitor do Globo. 6 de mai. de 2010
O que é melhor fazer com o papel higiênico?
Você sabia...?
Se no seu bairro há sistema de esgoto e o papel higiênico que você usa for daqueles macios, de folha dupla, é ecologicamente melhor que você os jogue na privada e assim economize o saquinho de plástico da lixeira.
Leia abaixo a explicação completa publicada na revista Super Interessante:

O que é mais ecologicamente correto: jogar o papel higiênico no lixo ou na privada?
TEXTO SILVIA HAIDAR
Se o papel for fino, daqueles macios, de folha dupla, que se dissolvem na água, jogue-o na privada. Quando passar pelo sistema de tratamento de esgoto, ele será filtrado e, juntamente com os outros resíduos sólidos, levado a um aterro sanitário – que é pra onde ele iria se você o tivesse jogado no lixo. A diferença é que, nesse processo, você economiza em saquinhos plásticos para embalar o lixo. Eles, sim, fazem muita diferença para o ambiente: enquanto o papel leva 4 meses pra se degradar, o saquinho leva cerca de 40 anos.
Agora, se o papel que você usa não é dos melhores, o jeito é jogá-lo no lixo mesmo. Apesar de não ser capaz de, sozinho, bloquear o fluxo de água na rede de esgoto, seus resíduos podem piorar entupimentos já formados durante o percurso rumo à estação. O mesmo vale para cidades em que não há tratamento de esgoto: nesse caso, o papel vai direto para os rios, contribuindo para a poluição das águas.
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