19 de jan de 2008

Plágios em escolas e faculdades

"Trabalhos plagiados da Web são problema em escolas britânicas"

Acho que não é só nas escolas britânicas que são um problema. Aqui no Brasil é uma febre.
Sei de inúmeros casos em faculdade, o que é uma vergonha sem fim. As pessoas parecem arrumar as desculpas mais loucas na tentativa de se justificarem.
Já ouvi quem falasse para o professor que se soubesse que ele ia descobrir não teria copiado. Ué, é preciso avisar antes que não se pode copiar o trabalho de outro?!


A notícia foi dada pela Reuters e li no Uol. Destaco dois trechos que mais me chamaram atenção:
"Um professor de Leeds comentou que "havia um trabalho tão flagrantemente 'copiado e colado' que incluía até os anúncios da página de Web"."
"Mas há quem discorde. Diana Baker, do Emmanuel College, em Durham, disse acreditar "que a maioria dos estudantes que se envolvem em plágios o fazem mais por ignorância do que por vontade de trapacear"." Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/01/18/ult3949u3045.jhtm

Vocês acreditam que quem comete plágio (ou cola) faz por ignorância? Só se for por ignorância da matéria a ser apresentada.

Aproveito para dar uma dica de programa para quem quiser conferir se seu trabalho foi plagiado na internet: AntiPlagiarist (http://baixaki.ig.com.br/download/AntiPlagiarist.htm)

Encontrei, por acaso, uma notícia de julho de 2007 sobre o tema. Confira como funciona na Alemanha:
"Multa de até 50 mil euros
A professora de Berlim considera o plágio um "problema social" e sugere que as escolas e universidades instituam comissões de ética para combatê-lo. Até agora, na Alemanha, a punição de plagiadores varia de estado para estado.
Na Renânia do Norte, por exemplo, um estudante que plagiar seu trabalho de conclusão da graduação perde o diploma e está sujeito a pagar uma multa de até 50 mil euros. Mas nem isso parece assustar. Na Universidade da Bochum, uma estudante de Ciências Sociais foi flagrada no começo deste ano. O reitor anulou o diploma e aplicou-lhe uma multa de 10 mil euros. A estudante recorreu da punição."
(http://www.deutsche-welle.de/dw/article/0,2144,2702569,00.html)

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